Daifukus e resoluções de Ano Novo

No último post – primeiro de 2016 -, falei-vos de uma receita de gelado de chá verde, que viria depois a rechear uns daifukus, que fiquei de partilhar. A receita dos daifuku pedia “farinha de arroz glutinoso”, mas, achando que a parte do glutinoso era só um pormenor, decidi usar farinha de arroz normal e seguir os passos como se da outra farinha se tratasse.

De aspecto os daifuku ficaram óptimos. Já o sabor e a textura não fazem jus a esta sobremesa japonesa. Não sei bem que propriedades é que a farinha de arroz glutinoso tem, mas com certeza fará a diferença para que o daifuku não fique tão denso. Tenho que descobrir onde arranjar e depois volto a tentar.

 

Entretanto, agora que se inicia um novo ano, decidi fazer uma lista de resoluções, que vai ser “testada” a 31 de Dezembro.

Já não devia escrever resoluções de Ano Novo há uns 10 anos.

Quando era mais nova, e por influência da minha irmã mais velha, escrevia 12 resoluções numa folha e olhava para cada uma à medida que comia passa a passa, na esperança de que se concretizassem todas. Talvez porque não comia as passas com gosto – antes as comia com bastante repulsa –, por norma, as minhas resoluções não passavam nunca disso mesmo: resoluções. Ou talvez porque eram mais sonhos do que propriamente resoluções, do género “casar com o Buffon” ou “ser a pessoa mais brilhante do mundo”.

Passei a noite de 2015 para 2016 em casa da minha irmã que, mantendo a sua tradição, tinha uma lista com as 12 resoluções para 2016, e fiquei com vontade de fazer a minha própria lista de intenções para este ano que começa.

Em 2016, quero:

  • Ser menos preguiçosa;
  • Ser mais arrumada (esta resolução já vem do ano passado, e tenho agora a ajuda da Marie Kondo, de que já tinha falado no blog, mas que ainda não produziu grandes frutos, provavelmente porque também ainda não lhe dei a devida dedicação);
  • Deixar de roer as unhas;
  • Descobrir mais e novos sítios para publicitar no blog;
  • Cozinhar mais. Tenho uma colecção gigante de livros de culinária, que é o presente que mais gosto de receber, e já fiz bons investimentos em utensílios de cozinha. Tenho sempre mil e uma receitas que quero experimentar, e invenções que pretendo testar. E, no entanto, acabo por não cozinhar nem ¼ do que gostaria. E não há nenhuma razão para ser assim;
  • Fazer o DALF de uma vez por todas;
  • Nunca faltar à missa ao Domingo;
  • Fazer mais fins-de-semana fora a 3;
  • Ter mais paciência;
  • Perder 10 kgs;
  • Pôr em prática um projecto que está na cabeça há uns 5 anos (para o qual preciso muito de perder os 10 kgs!!)
  • Ser mais feminina. Vestir-me melhor, maquilhar-me, andar com o cabelo arranjado, usar saltos de vez em quando.

São 12 resoluções que, na verdade, “escondem” muitas mais. E a ver se este ano passam todas de resoluções a concretizações 😉

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